11.4.12

Somos aquilo que escrevemos!


Somos aquilo que ouvimos, aquilo escrevemos e aquilo que agimos. Todas as 
nossas ações são reflexos de nossa personalidade. Há algum tempo descobri 
que além da música e traços mal feitos a melhor forma de expressão que eu 
podia ter era a escrita. Escrever era bem mais que um português correto ou a 
futura profissão, escrever representava aquilo que só palavras podiam entender 
e se eu fosse explicá-las, não haveria nexo. Fui capaz de incentivar pessoas 
especiais a me entenderam influenciando a escreverem. Hoje, com todas as 
letras digo que sou aquilo que escrevo. Lembra quando você era pequeno e 
escrevia alguns versos bobos? Aquilo era o reflexo da sua inexperiência. Ou 
quando a professora lhe elogiou pela sua redação? Não passava de reflexos 
de sua capacidade. Aqueles textos e contos inspirados? Foram conseqüências 
de dores. Pense em Machado de Assis ou em Shakespeare. Ambos escreveram 
clássicos da literatura nacional e internacional. Shakespeare foi um poeta romântico 
e escreveu as mais belas histórias de amor. Será mesmo que só imaginando todo 
aquele amor ele foi capaz de obter inspiração para escrever Romeu e Julieta? Ele 
amou. E Machado de Assis? Todo o seu realismo e o fato de sempre mencionar 
adultérios e o sistema capitalista que vivemos, provavelmente refleti em experiência 
própria. E eu? Como meio que uso para divulgar pensamentos e sentimentos, tanto 
textos como contos são mutáveis, exatamente como estou me sentindo ou 
pensando. Como o filósofo Renée Descartes havia dito, por meio da experiência 
adquirimos o conhecimento. Por fim, concluo que somos aquilo que escrevemos!

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