5.4.12

Eu não vou soltar!


Logo que a paz dos fins das provas anuais chegaram às dependências da 
universidade, todos os alunos estavam livres para as ferias, que já fora muito 
esperada. Geralmente as festas de fim de período marcam um grande 
acontecimento aos veteranos, que eram os donos das melhores festas, entre 
eles estavam os mais conhecidos, embora pudéssemos tirar também os alunos 
que conseguiam a maior percentagem de rendimento global, que só se 
destacavam quando a lista chegava aos corredor B e quando todos se 
perguntavam como alguém conseguiria obter 98% ou até mesmo 100%. 
senhorita Mitchel estava a muito esperando por aquela festa, pois seria a 
primeira que passaria com Raphael, o vestido já conhecia cada minucioso 
centímetro do seu armário, ela o achara numa graciosa boutique, onde também 
havia conseguido uma presilha para seu belo, e agora curto, cabelo liso-ondulado. 
Enquanto as portas do clube se abriam e as pessoas começavam a chegar e os 
garçons a rodarem o salão e as garotas a observarem os vestidos das outras 
taxarem quais virariam assunto para aquela hora e muitas outras de conversas 
entre amigas, Rapha chegava a república de Nanda, lá ele encontrara 8 jovens, 
Maria, Paul, Tevez, Richard, August, Renata, Charlotte e Mary, saindo para a 
festa e como uma novidade, nanda estava atrasada, então após um convite do 
ultimo a sair ele entrou e sentou numa cadeira próxima a escada e pode ouvir 
um bater de porta, não a que estava metros atras dele, mais uma qualquer no 
andar de cima, os passos refletiam insegurança e nervosismo… após longos 5 
ou 7 segundos ela havia chegado ao topo da escada, e desceu graciosamente, 
como se dominasse os saltos, algo que Annie e Soph deveriam ver. Em um 
relance eles já estavam de mãos dadas… quase 100 metros antes do local 
da festa, Raphael parou Nanda e perguntou-lhe algo: - Nanda, minha principa, 
você poderia ou conseguiria passar essa noite longe de mim? é que eu gostaria 
de experimentar uma noite de solteiro…O tom de preocupação já estava no 
rosto dela, que logo já captava o que era aquela situação e sabia exatamente 
o que precisava fazer. - Desculpe-me mas já te disse – levantando nesse 
momento as mãos entrelaçadas – eu não vou soltar! Um sorriso estonteante 
chegara ao rosto de Rapha - Que bom amor, era exatamente o que eu queria 
escultar…

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